Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

O Carlos Santos às vezes acerta e, desta vez, acertou, como é que se diz lá na Gália?, na mouche. Um Abrantes, dois Abrantes, três Abrantes, mil Abrantes, é contá-los – sendo necessária uma certa escolaridade acima disso das novas oportunidades – atropelam-se para, à vez, e sem dar nas vistas, publicar coisas e mais coisas, despachos e mais despachos, disto e daquilo e agora não são capazes de um pequeno arroto sobre o Orçamento. Um aglomerado populacional substancialmente mais denso que a Trafaria que dedica todas as horas, livres ou não, a estudar com pinça e luva o Diário da República desde o Afonso Henriques não é capaz de tecer considerações com o rigor acostumado sobre um Orçamento que devem ter analisado à minúcia em menos de um segundo e meio? Uma pessoa fica de pé atrás, que é como quem diz, desconfiada.

A minha tese, que elaborei depois de decidir copiar o Carlos Santos, é que ficaram tristes por irem perder um pedacinho do poder que compra – é assim que se diz, não é? Pessoalmente, aconselho-lhes o descanso. Certamente virá um ajuste directo ou coisa assim. Diz que o fellatio anda com muita procura e por aqueles lados a disposição para produzir não escasseia.


# Tiago Moreira Ramalho às 20:32 | | comentar

autoria
Tiago Moreira Ramalho

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