Sábado, 30 de Janeiro de 2010
Não há «classe» neste mundo que seja de menos confiança que a dos escritores ou a dos proto-escritores, pseudo-escritores, o que quiserem. E não há porque essa gente, essa, independentemente do que diga, só sabe escrever sobre o que conhece, o que vê, sente e ouve. E tal como, como dizia Keynes, todas as nossas ideias são responsabilidade de um gajo morto qualquer, também as “estórias” de cada um não são mais que mantas de retalhos de coisas vistas. Uma conversa esquecida na adolescência, um raspanete de um parente ou uma consulta médica.
Nunca, mas nunca, preclaro leitor, confie, como nos diz ali o ouriquense, que é gajo sábio em coisas várias, em alguém com ambições literárias. Nunca.


# Tiago Moreira Ramalho às 16:06 | | comentar

autoria
Tiago Moreira Ramalho

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