Domingo, 3 de Outubro de 2010

«I only knew what hunted thought
  Quickened his step, and why
He looked upon the garish day
  With such a wistful eye;
The man had killed the thing he loved
  And so he had to die.

Yet each man kills the thing he loves
  By each let this be heard,
Some do it with a bitter look,
  Some with a flattering word,
The coward does it with a kiss,
  The brave man with a sword!

 

Some kill their love when they are young,
  And some when they are old;
Some strangle with the hands of Lust,
  Some with the hands of Gold:
The kindest use a knife, because
  The dead so soon grow cold.

 

Some love too little, some too long,
  Some sell, and others buy;
Some do the deed with many tears,
  And some without a sigh:
For each man kills the thing he loves,
  Yet each man does not die.»

 

Oscar Wilde, The Ballad of Reading Gaol (excerto).



# Tiago Moreira Ramalho às 13:21 | | comentar

Sábado, 2 de Outubro de 2010

«Amor, amor, amor, como não amam
os que de amor o amor de amar não sabem,
como não amam se de amor não pensam
os que amar o amor de amar não gozam.»

Jorge de Sena

 

Quando o amor, mais do que um sentimento, é um produto intelectual, racionalizado em folhas de cálculo, com uma análise baseada num trade-off de um rigor quase matemático, mais vale deixar de amar, ou deixar de dizer que se ama, que a verdade é que não ama quem de amor o amor de amar não sabe, quem de amor não pensa, nem quem amar o amor de amar não goza. E, verdade se diga, não merecem ser amados os que não preenchem tão preciosos requisitos.



# Tiago Moreira Ramalho às 23:03 | | comentar

autoria
Tiago Moreira Ramalho

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