Sábado, 2 de Outubro de 2010

«Amor, amor, amor, como não amam
os que de amor o amor de amar não sabem,
como não amam se de amor não pensam
os que amar o amor de amar não gozam.»

Jorge de Sena

 

Quando o amor, mais do que um sentimento, é um produto intelectual, racionalizado em folhas de cálculo, com uma análise baseada num trade-off de um rigor quase matemático, mais vale deixar de amar, ou deixar de dizer que se ama, que a verdade é que não ama quem de amor o amor de amar não sabe, quem de amor não pensa, nem quem amar o amor de amar não goza. E, verdade se diga, não merecem ser amados os que não preenchem tão preciosos requisitos.



# Tiago Moreira Ramalho às 23:03 | | comentar

autoria
Tiago Moreira Ramalho

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