Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010

Por vezes experimento um estranho sentimento. Saudades do desconhecido ou do imemorial. Não me diga, leitor, com ar desconfiado, que tal é impossível, que misturo as coisas, que o que sinto é necessidade ou curiosidade. Não é o caso. É saudade pura, tal como a sinto do que conheço, do que me lembro e não tenho. E trata-se frequentemente de uma saudade das originais. Daquelas que sabem que, lá no fundo, o objecto nunca mais voltará.



# Tiago Moreira Ramalho às 22:27 | | comentar

1 :
De né-né a 22 de Dezembro de 2010 às 21:58
O que eu peno com as saudades puras...


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autoria
Tiago Moreira Ramalho

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