Sábado, 1 de Janeiro de 2011

A escrita tem uma limitação que o desenho não tem. Quando não sabemos o que queremos desenhar, mas ainda assim queremos fugir, podemos pegar num lápis, numa caneta e riscar tudo até que passe. Na escrita não. A menos que queiramos ser daqueles poetas manhosos cujos poemas são mistérios até para eles próprios, fenómeno de que já se falava no tempo de Sócrates, ou bem que escrevemos um texto coerente, ou bem que gritamos. Começar a juntar palavras aleatoriamente como forma de expressão de confusão interna, de deriva, de falta de rumo é sinónimo de simples demência.



# Tiago Moreira Ramalho às 17:18 | | comentar

autoria
Tiago Moreira Ramalho

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