Hoje visitei aquilo que em tempos foi a casa dos meus avós. Do outro lado da rua, ainda lá estava o cimento por onde o Ford Fiesta passava para entrar na «barraca», feita pelos braços do meu avô, desfeita pelas máquinas de outro qualquer. Fiquei com uma desconsolada vontade de escrever um poema, um poema lindo, forte, mas depois lembrei-me e guardei a vontade para um outro dia, caso esse dia venha a existir.